Muitas vezes cedemos ao impulso de sobrevalorizar pessoas nas quais confiamos. Escolhemos pessoas que nos são caras, que criaram um vínculo emocional conosco. E que se tornam leais com o passar do tempo, parceiras em momentos de necessidade. Pessoas que devem sim ser valorizadas. Mas quando você valoriza essa pessoa, está pensando na organização ou nos seus valores pessoais? Perceba, pessoas possuem perfis ou afins ou díspares. E não é porque não temos uma boa comunicação com uma pessoa de um perfil antagônico ao nosso que ela se torna menos competente. Assim como pessoas que criam afinidade, elos emocionais conosco, não necessariamente são mais competentes. Gestão envolve decidir. E nem sempre estamos preparados para decidir corretamente. Humanos são seres extremamente sociais. E afinidades são caras para nós. Então quando surge uma boa oportunidade de promover alguém da sua equipe você simplesmente pesa mais afinidades que competências...
